Há um ensinamento antigo segundo o qual o homem que disse: “Eu quero a felicidade” nunca a terá.
Primeiro porque disse “eu”. Este é o indicativo do ego. O pensamento de que nós é que somos mais importantes que tudo não produz felicidade. Depois, porque disse “quero”. Essa é a expressão do desejo. O desejo não pode suplantar a razão.
Quando se tira “eu quero” sobra apenas a “felicidade” tão buscada.
Esse jogo de palavras nada mais é do que a ênfase ao nosso comportamento como responsável pela felicidade.
A felicidade é, antes de tudo, um estado de espírito.
Eu estou na expectativa de um ótimo dia e você?
Se sim, vamos contemplar o infinito. É lá onde residem as esperanças. Tudo na vida é finito. Olhar para o infinito nos dá a ideia mais completa de todo o universo: a imensidão.
Vamos pensar grande para sermos.
Se a resposta for não, tente olhar para o seu umbigo.
Note que a dor logo vem ao seu pescoço.
Isto é resultado semelhante àquilo que acontece quando esquecemos do nosso redor e passamos a pensar apenas em nós. Dói onde não devia.
Há um mundo de possibilidades sempre. E isto não é pensamento positivo. Veja: mesmo quando não há saída, você já tem duas. Uma é continuar até não poder mais. A outra é desistir.
É melhor morrer lutando que esperar a morte.
Faça o seguinte: bote um sorriso no rosto, um batom na boca ou um gel no cabelo, o seu melhor vestido ou o melhor terno e dê a você a chance de ser feliz. O tempo é agora e o momento é este.
Esta vida é como um barco.
Vamos singrando as águas. Vez por outra aparece um peixe. Outra ainda um pescador. Nunca sabemos o que virá.
Chuva, sol, neblina.
São tantas histórias.
Não precisamos de tristeza.
Pense no quanto você já realizou nessa vida. Aonde chegou. O que alcançou. Quem você já fez feliz.
Ninguém passa em vão.
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