quinta-feira, 10 de outubro de 2019

O que te faz feliz?

A decisão é nossa.

Para que ficar infeliz ou adiar a felicidade para quando resolvermos os problemas?

Tenho uma teoria de que cada problema resolvido gera outros três menores.

Quer um exemplo?

Se eu não tenho carro, isto pode ser um problema difícil de ser resolvido. Mas vamos supor que eu consiga resolver, isto é, comprar o tal carro.

A partir da compra, eu resolvi o problema da falta de carro, mas criei o problema do abastecimento, da licença e documentação e do seguro para que não levem o meu bem.

Ou seja, nunca vão acabar os problemas.

Se sofrermos e lamentarmos por isso, seremos condenados à infelicidade, que é um problema muito maior e causa mais dificuldades.

Se decidirmos pela felicidade, não resolvemos os problemas, mas os vemos de outra forma, uma maneira mais suave.

As coisas têm o tamanho que damos a elas.

Preste atenção em tudo que te faz feliz e não no que te faz triste.

O que nos falta é infinitamente menor do que o que nos sobra.

Existe uma teoria de que sempre falta muito pouco, mas aquela falta é a única observada e aí parece que tudo falta.

Se observarmos, temos mais a agradecer do que a reclamar.



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