Lá, conheci o Claudinho, dois anos mais velho, que era o mais popular da escola.
Ele estava na minha classe e me escolheu para ser o seu transportador. Eu tinha uma bicicleta, na qual ele me fazia levá-lo da escola até a casa dele.
Eu não concordava, mas fui vencido pelo fato de ele ser maior e mais forte.
Aquilo me irritava profundamente.
Ir à escola, que sempre gostei, se tornou um fardo.
Cansado disso, pedi ajuda ao meu pai.
Eu não concordava, mas fui vencido pelo fato de ele ser maior e mais forte.
Aquilo me irritava profundamente.
Ir à escola, que sempre gostei, se tornou um fardo.
Cansado disso, pedi ajuda ao meu pai.
Ele me disse que eu tinha de enfrentar o sujeito e não permitir mais aquela situação.
Eu disse:
- Mas ele vai me bater. Já fez isso antes.
Meu pai foi firme:
- E você quer apanhar a vida inteira?
Não, eu não queria.
No dia seguinte, eu disse ao Claudinho com coragem que não o levaria mais no cano da bicicleta e ainda arrisquei que ele era pesado demais.
O garoto começou a me bater. Eu o enfrentei. Apanhei, mas resisti. Ele foi me batendo até a casa dele. Só que a pé. Eu reagia a cada chute.
A gente rolava no chão brigando e retomava o percurso.
No dia seguinte e para sempre, fiquei livre do drama.
Às vezes achamos que o problema é insolúvel.
Não existem problemas insolúveis.
- Mas ele vai me bater. Já fez isso antes.
Meu pai foi firme:
- E você quer apanhar a vida inteira?
Não, eu não queria.
No dia seguinte, eu disse ao Claudinho com coragem que não o levaria mais no cano da bicicleta e ainda arrisquei que ele era pesado demais.
O garoto começou a me bater. Eu o enfrentei. Apanhei, mas resisti. Ele foi me batendo até a casa dele. Só que a pé. Eu reagia a cada chute.
A gente rolava no chão brigando e retomava o percurso.
No dia seguinte e para sempre, fiquei livre do drama.
Às vezes achamos que o problema é insolúvel.
Não existem problemas insolúveis.

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