Há pouco ouvi uma de uma pessoa muito inspiradora.
Em 2004, essa mulher recomeçava a vida após uma separação. Com um filho pequeno, de apenas dois anos, foi surpreendida pelo furacão Ivan, que devastou o Caribe e a costa sul dos Estados Unidos no dia 2 de setembro daquele ano.
No momento mais agudo da tragédia, a Guarda Costeira evacuava a região devastada e havia só um lugar no avião que iria para Washington DC.
Ela não pestanejou.
Enviou o filho para o ex-marido e se condenou à morte.
Passaram-se dois meses sem notícias.
Praticamente toda a sua família perdeu as esperanças.
O único que ainda acreditava nela era o pai dela.
- Eu confio nela. Ela vai se salvar, disse ele vendo o noticiário.
Ele tinha razão.
Tudo que ela havia construído após a separação desapareceu, mas ela não. Como se fosse um milagre, foi resgatada com vida e recomeçou do recomeço.
No início de setembro último, mais madura, ela participou da celebração dos sobreviventes do Ivan, na qual estiveram o filho, o ex-marido e toda a sua família.
- Todos festejaram o gesto de salvar meu filho e me dar ao sacrifício, disse ela, completando a seguir: - Mas eu não podia fazer diferente.
Não podia mesmo.
- Na celebração, me senti muito amada, afirmou emocionada.
Mais importante do que o que nós somos é o que fazemos aos outros em momentos cruciais.
Vendo-a vencedora hoje como uma das profissionais mais respeitadas de Cayman, onde vive, concluo que são histórias como essa que fazem a gente ter certeza de que nunca devemos deixar de lutar.
- Eu confio nela. Ela vai se salvar, disse ele vendo o noticiário.
Ele tinha razão.
Tudo que ela havia construído após a separação desapareceu, mas ela não. Como se fosse um milagre, foi resgatada com vida e recomeçou do recomeço.
No início de setembro último, mais madura, ela participou da celebração dos sobreviventes do Ivan, na qual estiveram o filho, o ex-marido e toda a sua família.
- Todos festejaram o gesto de salvar meu filho e me dar ao sacrifício, disse ela, completando a seguir: - Mas eu não podia fazer diferente.
Não podia mesmo.
- Na celebração, me senti muito amada, afirmou emocionada.
Mais importante do que o que nós somos é o que fazemos aos outros em momentos cruciais.
Vendo-a vencedora hoje como uma das profissionais mais respeitadas de Cayman, onde vive, concluo que são histórias como essa que fazem a gente ter certeza de que nunca devemos deixar de lutar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por enviar mensagem. Logo responderei.